Pensando 2

Quando eu era criança, frequentava alguns terreiros de Candomblé e de Umbanda com minha mãe carnal Martha de Matambá, como minha mãe sempre deu liberdade aos seus filhos, dos 7 aos 10 anos de idade fiz parte da Igreja Batista do Cenáculo,  na Rua Bispo de Larceda 57,  depois acompanhei o meu irmão nos cultos do IEVE (IRMANDADE ESPIRITUALISTA VERDADE ETERNA) em Botafogo. Aos 17 anos ao ir a Tenda da Irís no Méier com a minha mãe carnal, decidi por amor que entraria na religião dos Orixás. Naquele ano, no ano 2000, fui iniciado no candomblé de Kétu, em Duque de Caxias e permaneço na religião até os dias atuais. Hoje com 28 anos de idade e 11 anos de iniciação. Observo que a juventude não se doa da mesma forma, recordo que eu me dedicava dia e noite pelo Candomblé, quando fui ficando adulto e as responsabilidades mudando, não usava como desculpa o trabalho, a falta de tempo, como muitos adultos de hoje utilizam. Sempre tive tempo tanto para a cervejinha, o cineminha, a pizza e a obrigação religiosa. Tanto a religião quanto a vida pessoal sempre caminharam unidas. É dificil entender o que ocorre nos dias de hoje. Hoje as pessoas não entram mais por amor, entrar para fazer uma espécie de pacto, onde ele será o ganhador. Os conceitos mudaram.
Mais ainda tenho a esperança que a nossa religião sofrerá mudanças positivas interna e externamente.

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